top of page

DESENTERRAR-SE NÃO É DADOS A TODOS

2022

Eis que a luz surge, aos poucos, de dentro do buraco frio e escuro no qual me confinei por 05 anos.

A depressão hoje carrega um nome simbólico para todo o processo que enfrentei. Atingi o fundo do poço, o centro oco da vida, meu maior ponto de inflexão, o que quase me custou a vida e, durante esse hiato, eu peguei na camera raras vezes. De dentro do casulo é impossivel ver o mundo.

Assim que uma pequena luz ameaçou aparecer me agarrei a ela. Foi com essa faísca em mãos que decidi revelar as poucas fotos que havia feito nesse processo de autoabandono.

Ao ver o material, percebi que meu inconsciente esteve o tempo todo lá me dizendo sobre a morte simbólica, a qual eu deveria me entregar.

Nessa pesquisa abordo minha depressão como minha grande morte em vida, um processo no qual precisei me entregar. As fotografias desse ensaio foram feitas com técnicas analógicas e digitais entre os anos de 2016 a 2021.

10696349_821030761250784_1685842967173135490_n copy_edited.jpg
Scan18119.jpg
001191380014.jpg
scan18132.jpg
scan17986.jpg
001191380006.jpg
pagina 16.png
Scan18019.jpg
Scan18168.jpg
Scan18265-Editar.jpg
pagina 19.png
_10.jpg
autorretrato_isabela.jpg
01670030.jpg
IMG_0306_edited_edited.jpg
  • Instagram
© Isabela Arantes, 2026 - All rights reserved
bottom of page