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35 anos, fotógrafa, mineira, hoje vive e trabalha em São Paulo.

 

Após formada em arquitetura e urbanismo (2015), Isabela tem uma trajetória autoral de 10 anos na fotografia, na qual iniciou suas pesquisas olhando a cidade ao redor, para além do formalismo duro, que a envolvia diariamente. Mais tarde Isabela olha para dentro, onde encontra um universo tão profundo e complexo quanto fora, mas dessa vez, orgânico, cheio de meandros e nuances.

Em 2016 desenvolveu sua primeira série fotográfica Come into the wholeNessa investigação, Isabela convida o expectador a um mergulho nas formas funcionais dos espaços habitados. A clausura e a beleza fria da vida urbana abrem reflexão sobre os cenários em que pertencemos.

Em 2019 uma experiência brutal traz à tona uma nova relação com a imagem. O encontro com as medicinas da floresta e com a dança cósmica levou-a a para um cenário mais íntimo. Entre 2020 e 2025, Isabela concebeu 2 séries fotográficas (Insolúvel e Desenterrar-se não é dado a todose 2 fotolivros (E as árvores crescem conosco e Súbita luz da noite). Nestes trabalhos, Isabela retrata seu universo emocional que trazem, de maneira poética, a pulsão de vida-morte-vida, bem como integração com sua imatéria e sua natureza selvagem.

 

Integrante dos coletivos diquintaDeriva Cartográfica. Neste último, colaborou com o fotolivro Voltei porque te amo (2023), selecionado pelo Festival ZUM (2024).

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